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Medidas de apoio mantêm-se ″custe o que custar″, diz ministro das Finanças

Medidas de apoio mantêm-se ″custe o que custar″, diz ministro das Finanças

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Medidas de apoio mantêm-se ″custe o que custar″, diz ministro das Finanças

JN/AgênciasOntem às 16:40O ministro de Estado e das Finanças, João Leão, disse esta terça-feira no Parlamento que as medidas de apoio às empresas e ao emprego no âmbito da covid-19 se vão manter enquanto a pandemia durar, “custe o que custar”.”Do lado do Governo queremos deixar uma mensagem muito forte de apoio e compromisso às empresas e aos trabalhadores que veem a sua atividade condicionada pela pandemia: a garantia que as medidas de apoio às empresas e ao emprego – como o lay-off e outras – se vão manter enquanto durar a pandemia e a atividade económica estiver condicionada, custe o que custar”, disse João Leão no Parlamento.O ministro, ouvido numa audição regimental da Comissão de Orçamento e Finanças (COF), disse ainda que as medidas extraordinárias de apoio às famílias também se vão manter enquanto durar a pandemia, advogando que não se pode “deixar ninguém para trás”.”Neste contexto exigente temos de evitar o perigo de se retirarem os apoios à economia demasiado cedo. Temos de ter margem para manter os apoios de emergência às empresas e às famílias enquanto a pandemia durar”, disse anteriormente o ministro.João Leão salientou que o Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) tem “um ‘mix’ de combinação de políticas para as duas diferentes fases da pandemia e da economia”.O governante elencou medidas “para a fase de emergência e suporte”, como “o ‘lay-off’, a nova prestação social, a prorrogação do subsídio de desemprego, as moratórias e os empréstimos com garantia do Estado” como medidas que se têm adaptado ao longo da crise associada à pandemia de covid-19.João Leão falou ainda de “um conjunto de medidas para a fase de relançamento da economia, como o investimento público superior a 23%”, o “aumento da liquidez das famílias pela via da diminuição das retenções na fonte do IRS”, “a descida dos impostos pela via do IVA da eletricidade”, que, segundo o ministro, são medidas que totalizam 500 milhões de euros.


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